segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

MENSAGENS SUBLIMINARES NO DESENHO DO DICK VIGARISTA


NO DESENHO DO DICK VIGARISTA
Mutley , Seu Cachorro Imbecil Vários desenhos animados e seus personagens fizeram parte da minha infância . Mas , o personagem que mais marcou a minha meninice foi o cachorro Mutley . Ele era o cachorro do Dicky Vigarista , que participava da Corrida Maluca e do desenho Pnélope Charmosa . Porém , o que era mais interessante , nestes desenhos , era a maneira como este cachorro era xingado , pelo seu dono : - Mutley , seu cachorro imbecil ! Na primeira vez em que eu fui xingada de imbecil , eu tinha 7 anos de idade , desconhecia o significado desta palavra e nem tinha visto este desenho animado do Mutley , ainda . Apenas , sabia que esta palavra não tinha um significado bom .Então , após o xingamento , eu procurei o significado da palavra imbecil , no dicionário e achei este resultado : “ Imbecil = parvo , ingênuo , inocente , bobo ... “ Bem , após esta rápida pesquisa , vi que imbecil era uma palavra que não tinha um significado positivo . Mas , eu sentia o som desta palavra e notava algo poético nele . Assim , percebi que imbecil rimava com : anil , surgiu , varonil , gentil , caiu , sorriu ... Afinal , descobri que a palavra imbecil rimava com outras palavras interessantes .Então , achei que isto seria um aspecto positivo desta palavra . Porém , um mês depois , continuei sendo chamada de imbecil pelos meus parentes mais velhos e por alguns colegas da escola . Mas , naquele mesmo ano , ao chegar da escola após um xingamento destes , liguei a televisão e estava passando um desenho , em que um cachorro e seus amigos tentavam pegar um pombo . Quando de repente , o cão se atrapalhou e seu dono falou : - Mutley , seu cachorro imbecil ! Assim , me identifiquei com este cachorro na hora . Então , após tudo isto , notei que este personagem , aparecia nas mais diversas situações : - No desenho : Penélope Charmosa , em que seu dono Dicky Vigarista e o seu grupo , tentavam sabotar uma moça , chamada Penélope . - No desenho : Dicky Vigarista e Sua Turma , onde Dicky e seus comparsas tentavam capturar um pombo , que conhecia um segredo . - No desenho : Corrida Maluca , onde Dicky Vigarista e o seu cachorro Mutley , tinham dupla personalidade . Quando Dicky decidia ser mau e sabotar a corrida , ele era um bandido e o Mutley era um cachorro vira – lata , que era chamado de imbecil pelo seu dono . Mas , quando Dicky decidia se disfarçar de bom , ele virava o capitão Guapo e Mutley se transformava no gato chamado : Branquinho , que vivia sendo elogiado pelo seu dono . Até hoje , com certeza , este último desenho é o melhor , porque ele mostra que as pessoas usam máscaras e se escondem nas piores falsidades . Aqui , é bom saber de uma coisa : estes desenhos ainda passam na televisão ! Porém , ainda gosto dos três desenhos , pois tenho um Mutley dentro de mim . No desenho chamado : Penélope Charmosa , vejo que Penélope representa a felicidade a ser alcançada e que por isto todos a perseguem . Porém , tem pessoas menos evoluídas que tentam sabotá – la . Já , no desenho Dicky Vigarista e Sua Turma , vejo o pombo como o destino que carrega um grande segredo e que por isto todos querem capturá –lo . Desde a Grécia antiga , as aves são vistas como representações do destino , ou , como mensageiros de alguma alma que já partiu . Por isto , eu sou um eterno cachorro Mutley , dentro de um grupo , que persegue a felicidade e que deseja conhecer os mistérios do destino . Sinto , que nesta corrida maluca da vida , também uso máscaras e chego a até me transformar num gato chamado Branquinho , para camuflar a minha verdadeira personalidade egoísta e aventureira . Nem por isto , deixo de ter um Dicky Vigarista , que me chama a atenção , desta forma : - Mutley , seu cachorro imbecil ! E , eu ainda me pergunto : - Quem vencerá a corrida maluca de hoje ?

O FANTASMA DO GARI



O FANTASMA DO GARI
Essa história me foi contada há alguns anos por um tio meu, quando ele trabalhava numa antiga empresa chamada MOORE.Ele me disse que, certa vez, houve uma festa na empresa (não me lembro o motivo) e todos que trabalhavam na empresa estavam lá. Muita comida e bebida a vontade. Fim de festa. Havia muita sujeira e copos por todo o chão. Então, meu tio estava indo embora e encontrou com um senhor, vestido de gari, com uma sacola de lixo na mão, e um ferro com uma ponta afida pra catar os copos e papéis do chão.- Boa noite, senhor. - disse meu tio.- Noite. - respondeu o humilde senhor.- O senhor vai ter muito trabalho esta noite, né? - Ahh.. meu filho, ja estou acostumado, nem sinto mais.- Esta bem, como o senhor se chama? - Por Favor, me chama de José.Me tio se despediu do José e foi embora. No dia seguinte, meu tio vai até o segurança da portaria, e pergunta, sobre aquele senhor da limpeza chamado José. O segurança fica com um ar de assustado, e responde:- Como? Que estranho!! Esse senhor morreu há uma semana atropelado aqui em frente...

A MISTERIOSA SENHORA



A MISTERIOSA SENHORA
Numa noite de verão, estava eu saindo da sala do computador e indo em direção ao meu quarto e, para chegar onde queria, tive que passar pela sala de televisão. Quando cheguei na porta da sala, estava tudo escuro e então, olhei para o sofá onde vi claramente uma pessoa sentada perto de um cinzeiro. Minha primeira reação foi sair correndo para o quarto dos meus pais onde eu ligaria o alarme, e se realmente tivesse alguém de carne e osso lá, o alarme dispararia. Liguei o alarme e nada aconteceu, então fui no quarto de minhas irmãs ver se elas estavam acordadas, mas ninguém na casa estava em pé, apenas eu. Segui então para o meu quarto e não dormi bem a noite, tive pesadelos e acordava com qualquer barulhinho.Foi então que ouvi alguém respirando do lado da minha cama. Não abri os olhos com muito medo, mas falei em voz alta: "SEI QUE TEM ALGUÉM AÍ...ME FALE O QUE PRECISAS E VEREI O QUE POSSO FAZER!", mas na verdade estava rezando muito para que pegasse no sono rapidamente. No outro dia contei o que havia acontecido para minha mãe e ela disse que nossa casa realmente tem coisas muito estranhas, pois ela sente que nunca está sozinha.Isso acontecia fazia um tempo já, até que de quinta para sexta feira, quando teve o jogo do Brasil x Inglaterra, não dormi em casa, e como minha mãe queria ver o jogo, decidiu então assistir o jogo no meu quarto. No outro dia quando cheguei em casa, ela me disse: "TU TEM CERTEZA QUANDO DIZ QUE NÃO ESTÁ SOZINHA NO TEU QUARTO", e eu: "PQ DIZ ISSO?"...ela respondeu: "SENTI QUE ALGUÉM RESPIRAVA DO MEU LADO DURANTE O JOGO, LEVANTEI E FUI VER SE NÃO ERA NENHUM DOS TEUS GATOS QUE HAVIA SE ESCONDIDO EMBAIXO DA TUA CAMA, MAS NADA ENCONTREI...E ESSA RESPIRAÇÃO DUROU A NOITE TODA....E SENTI QUE A 'PESSOA' ANDAVA PELO QUARTO".Quando soube do fato, liguei para uma colega minha, que disse ter visto uma mulher na sala no mesmo local que eu havia visto, mas não tinha falado nada porque achou que era imaginação dela....Foi quando minha tia chegou aqui e viu um cinzeiro perto do sofá e disse que pertencia a uma senhora que tinha morrido fazia alguns anos e nos perguntou se nós tinhamos algo mais que pertencia àquela mulher...foi então que me dei conta q no meu quarto havia um candelabro de cristal que tinha vindo junto com o cinzeiro e estava do lado da minha cama em um armário. Foi então que minha tia resolveu passar uma noite aqui em casa sozinha, e passou pelos lugares que nós haviamos dito que vimos a mulher. No outro dia, fomos falar com minha tia e ela, como conhecia a mulher que era dona dos objetos, disse-nos que reconheceu a mulher e tentou contato, mas não foi correspondida, então ela rezou e pediu para nunca mais ela nos encomodar e que os objetos estavam em boas mãos. Desde então, não vimos mais a senhora. Ela pode estar em sua casa !!!

LUÍSA: AMIGA IMAGINÁRIA OU ESPÍRITO?


No ano de 1998 , em Curitiba , havia uma menina morena chamada Daniele , que gostava de brincar sozinha no quintal da sua mansão . Um certo dia , ela estava brincando com a sua boneca Barbie , que a sua tia Ana tinha dado de presente no seu aniversário , quando de repente , ela escutou uma voz , que vinha atrás do pessegueiro :- Daniele ...Então , ela olhou em direção aquela árvore e avistou uma menina loira , com um vestido antigo e um enorme laço na cabeça , que perguntou : - Como vai , Daniele ? Assim , a morena perguntou : - Quem é você ?Desta maneira , a loira respondeu : - Eu sou Luísa , sua amiga imaginária ...- Estou aqui , porque , brevemente , eu farei parte da sua família ...Deste jeito , Daniele perguntou : - Amiga imaginária ?- De onde você é ?Então , a loira respondeu : - Há muito tempo atrás eu vivi na França , mas eu morri com 12 anos na segunda guerra mundial ...- Mas , brevemente , eu farei parte da sua família ...Assim , a morena perguntou : - E o que você será minha ?Desta maneira , Luísa , respondeu :- Eu serei a neta da sua tia Ana , que deu esta Barbie para você de presente ...Naquele momento , Iara , a mãe de Daniele apareceu e perguntou : - Minha filha , com quem você está conversando no quintal ?Assim , Daniele respondeu :- Com a Luísa .Após escutar isto , sua mãe se aproximou e disse :- Quem é Luísa ?- Não estou vendo ninguém aqui !Então , a sua filha falou : - Luísa é a minha amiga imaginária . Ela disse que brevemente fará parte da nossa família , pois será a neta da minha tia Ana , que me deu esta Barbie de presente . Desta maneira , Iara chamou a atenção da garota :- Pare de mentir , menina !Naquele mesmo instante , o telefone tocou . Assim , a mulher foi atender ao telefonema : - Alô , quem fala ?Deste jeito , a voz da outra linha , falou : - Aqui é a Ana !- Eu liguei porque eu tenho uma notícia maravilhosa : minha neta acabou de nascer !Então , Iara disse :- Quem bom !- E qual é o nome dela ?Desta maneira , Ana respondeu :- É Luísa .Após escutar isto , Iara desmaiou . E você , leitor , conhece alguma história semelhante ?

" No Meio da Estrada "



" No Meio da Estrada "

:: Havia algo estranho. Todos dentro do ônibus podiam sentir isso. Eles haviam saído de Belém no final da noite, em direção a São Luiz. A estrada era perigosa, todos sabiam disso. Havia perigo de acidentes, assaltos... mas não era tudo. Havia algo de sobrenatural e temeroso no ar. Como se algo estivesse para acontecer... Uma criança começou a chorar. A mãe colocou a cabeça da menina no peito e afagou-lhe os cabelos, tentando confortá-la. Lá na frente, perto do motorista, uma velhinha rezava, segurando um terço. O motorista suava e, de quando em quando, levava a mão à cabeça, como se houvesse algo ali que o incomodasse. Súbito apareceu algo no meio da estrada. Parecia um carro policial. Dois homens sinalizavam para que o ônibus parasse. O motorista se lembrou que era comum os assaltantes se disfarçarem de policiais... isso quando não eram os próprios policiais que praticavam os assaltos. - Não pare para eles! – gritou um homem, entre lágrimas. São ladrões! - Vão matar todos nós. – choramingou uma mulher. Apesar dos protestos, o motorista parou. Os dois homens entraram, armas na mão. - Todos parados! – berrou um deles. Havia algo de estranho nos dois... como se fizessem parte de outra realidade. Seus corpos pareciam intangíveis. - São fantasmas, mamãe. São fantasmas! – gemeu a garotinha. Ele vieram para nos levar... - Os homens devem se levantar e colocar as mãos para cima.- ordenou o policial. Os homens, resignados, levantaram-se e deixaram-se revistar. Depois foi pedido que abrissem as sacolas. Os dois olharam tudo, depois saíram. - Boa viagem! – disse um deles ao motorista, mas ele não respondeu. Na verdade, o motorista nem mesmo pareceu prestar atenção neles. Ele simplesmente fechou a porta, sinalizou e saiu. Os dois ficaram lá, parados no meio do mato, observando o veículo se afastar. Um deles encostou no carro e acendeu um cigarro. - Sabe, eu não entendo porque temos de ficar aqui, no meio desta estrada esquecida por Deus revistando ônibus... - Você não soube... do ônibus que foi assaltado? - Não, eu estava de férias... - Era um ônibus como este... – e apontou com o queixo o veículo que já sumia no horizonte. Eles pararam no meio do caminho para pegar um passageiro. Era um assaltante. Ele tentou parar o carro, mas o motorista se negou. Foi morto com um tiro na cabeça. O ônibus bateu, então, em um caminhão. Todo mundo morreu. - Sabe, agora que você falou, estou me lembrando de uma coisa estranha... o cabelo daquele motorista parecia manchado de sangue... - Você... você anotou a placa? – gaguejou o policial. - Claro. Está aqui. É OB 1326. O outro ficou lívido. - Era... era o ônibus do acidente!

" Porta da Igreja "


" Porta da Igreja "

:: Bem, eu vou contar um caso que aconteceu comigo e com meu tio. Estávamos voltando do carnaval há uns 3 anos atrás sozinhos e a pé, já que moramos numa cidade pequena e não há necessidade de sairmos sempre de carro. Estávamos passando pelo centro da cidade, e como é de costume em toda cidade pequena, sempre há uma igreja no centro da cidade. Então quando passamos pela porta da igreja, encontramos uma senhora sentada em frente ao portão e perguntamos se ela precisava de ajuda. Ela respondeu que não então fomos embora. Só que logo depois que saímos, ela começou a gemer, e voltamos para ver se ela precisava de ajuda. Então quando perguntamos novamente ela respondeu: "Não é nada meu filho. Acontece que quando eu era viva, eu tomava GARDENOL...”. Depois disso, a velhinha foi descendo a rua da igreja e desapareceu!!! Enfim, acreditem se quiser, mas isso aconteceu comigo.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

" O Carnaval "



" O Carnaval "

:: Teve assim que adormeceu um pesadelo no qual sua falecida avó a amaldiçoava e ameaçava voltar para assombrá-la. Acordou sobressaltada, seu coração disparava, resolveu, tomar um banho para relaxar, após o banho observou que o espelho estava embaçado devido ao vapor e ao limpá-lo... Novo susto o vulto da avó apareceu de relance, ela é tomada por pânico e aos prantos vai à sala (por ser o cômodo mais iluminado da casa), depois de algum tempo ela volta a se controlar começa a ouvir a voz da velha chamando seu nome e tem a impressão de vê-la em todos os lugares, até com os olhos fechados sua imagem rondava seus pensamento amaldiçoando-a e assombrando-a. Não agüentando mais ela vai ao seu armário pega o telegrama e acorda os pais para entregá-lo, em total desespero, pedindo: "perdão, vovozinha, perdão"... Depois desse dia ela nunca mais saiu no carnaval, muito pelo contrário, até o dia de seu falecimento ela mandava celebrar uma missa em nome de sua avó. O que será que deve ter acontecido? Será que sua mente atormentada pela culpa havia lhe pregado essa peça, ou teria sido algo mais?

" No Banco de Trás "



" No Banco de Trás "

:: Uma certa noite Michele estava na estrada dirigindo com uma tempestade muito forte. De repente o carro começou a acabar a gasolina e a sorte que logo a frente tinha um posto. Era um lugar muito assustador. Chegando lá buzinou. Um homem a atendeu e ela o pagou com um cartão de crédito, quando ele foi colocar gasolina viu uma coisa muito suspeita no banco de trás e ele foi pra dentro da loja. Voltou correndo para chamar Michele dizendo que o cartão deu problema e a firma estava no telefone, então eles foram pra dentro da loja. Chegando lá ela colocou o telefone na orelha, estava mudo. Logo suspeitou do homem, ele era gago, tentou explicar a ela o que estava acontecendo. Ela deu um murro nele e saiu correndo pro carro, o homem entrou na frente do carro, mas ela mesmo assim saiu. O homem gritou: -Tem alguém no banco de trás. Pare! Depois de uma distância do posto Michele foi olhar no retrovisor do carro viu alguém se levantando do banco de trás com um machado. Logo ela foi olhar para trás e levou uma machadada em sua cabeça.

" A Gangue do Palhaço "



" A Gangue do Palhaço "

:: Em meados de 1990 uma estória assombrou a grande São Paulo. Por ocasião do lançamento de uma série especial no jornal NP chamada "os Crimes que abalaram o Mundo". Foi apresentado o caso de um Palhaço norte americano que na década de 60 assassinava crianças. Alguém inspirado na reportagem começou a difundir a história de que um palhaço na cidade de Osasco estaria roubando crianças para vender seus órgãos, moda na época, aos poucos a estória chegou em toda grande São Paulo, e ganhava tons cada vez mais verídicos, agora o palhaço atacava em todo a região, tinha dois ajudantes, uma Kombi azul, e só atacava em escolas publicas. A história chegou ao ponto que pessoas juravam ter visto reportagem no "AQUI AGORA", e realmente o boato foi tão forte que o NP chegou a dar algumas capas para a "gangue do Palhaço", uma escola (nome desconhecido), em Mauá chegou a ser "atacada" pelo Palhaço, todos sabiam de alguém que conhecia a vítima, mas ninguém conhecia a própria vítima.

" A Doze Badaladas "



" A Doze Badaladas "

:: Vou narrar uma lenda que ouvi certo dia, enquanto tocavam as doze badaladas da zero hora. Dizem que nao se olha pela janela a meia noite, pois quem olhar verá uma prossissão, mais não de religiosos, mais sim de almas penadas... Almas que ainda nao se desencarnaram. Uma tia, que é costureira, conta que fazia um vestido para entregar no outro dia logo pela manhã. Sua máquina de costura ficava em frente a janela que dava para a rua. Já era quase meia noite quando ela olhou o relógio e cantarolarando olhou através da cortina que voava com o vento e viu uma multidão passando; olhou novamente e percebeu que as pessoas nao tinham pés e flutuavam. Ao olhar atentamente, percebeu que também sumiam no cruzamento da rua... Conclusao: Fato ou realidade, nunca mais olhei pela janela as 00:00 horas.